Teorema matemático criado e provado de propósito para episódio do Futurama

Acabo de saber pelo Neatorama.com que o produtor do Futurama, David X. Cohen, pediu a um membro do staff com doutoramento em matemática, de nome Ken Keeler, para criar e provar um teorema de propósito para o décimo episódio da próxima temporada da série...


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Projecto da Agência Espacial Canadiana permite ver imagens em directo da aurora boreal no conforto do lar



Todos vós, com certeza, já viram fotos daquele fenómeno fantástico que é a aurora boreal. Os que ainda não viram, já devem, pelo menos, ter ouvido falar deste evento, que ocorre quando partículas de vento solar e poeira espacial chegam à atmosfera terrestre, gerando uma cortina de brilho que ocupa os céus.

Normalmente, este fenómeno ocorre de Setembro a Outubro e Março a Abril. Ele é visível tanto no hemisfério norte, onde é conhecido como aurora boreal, como no hemisfério sul, onde cá chamado de aurora astral.

Ver a aurora boreal ou astral deve ser algo de tirar o fôlego. Infelizmente, não é assim tão fácil conseguir fazê-lo. Aliás, não era. Agora, graças ao projecto AuroraMax Live, da Agência Espacial Canadiana, qualquer pessoa pode ver a aurora boreal no conforto do seu lar, no trabalho, no café e em qualquer local com acesso à internet.

Todos os dias, a partir das 22h, durante os próximos 5 anos, o AuroraMax Live vai transmitir imagens em directo de Yellowknife, actualizadas a cada 10 segundos. Às 10h do dia seguinte, mostram a repetição do dia anterior.

Como isto é transmitido em directo, é bem provável que a hora a que visitam o site não coincida com o surgimento da aurora boreal. Para evitar isso, o ideal é visitarem o site entre a meia-noite e as duas da manhã (a melhor hora é por volta da 1h).

via

Outra vez no Facebook

Depois de alguma peer pressure e da insistência de uma amiga, lá criei novamente conta no Facebook. Ao contrário da anterior, que tinha alguma privacidade mas não o desejável, esta vai estar bastante fechada ao mundo (o possível neste serviço) e vou evitar aplicações, convites para coisas estúpidas e outras porcarias.

Não sei se se lembram, mas há um tempo atrás eu escrevi que não voltaria a criar conta no Facebook. Apesar de alguma relutância, voltei atrás no prometido e criei. Mas, antes de o fazer, li com alguma atenção os Termos de Serviço e a Política de Privacidade do site. Como não encontrei nada que me chamasse a atenção pela negativa...

Se, entretanto, o Facebook alterar os Termos de Serviço e a Política de Privacidade para algo nefasto e mantiverem as alterações, é quase certo que a minha conta actual segue o caminho da anterior.

Vida (versão simplificada)

Último modelo de negócio da Intel: processadores com DRM

No fantástico mundo das acrobacias de negócio, a Intel surpreendeu-me bastante pela negativa. Com um pino, seguido de um triplo mortal para trás e um quádruplo mortal para a frente, a empresa anunciou que vai comercializar processadores com algumas das funcionalidades desactivadas e vai cobrar 50 dólares americanos a quem as quiser activar.

A diferença entre isto que a Intel vai começar a fazer e o DRM (Digital Restrictions Managment) é... nenhuma. Sinceramente, não vejo qualquer diferença. Aquelas funcionalidades que tomamos como garantidas, como virtualização por hardware, poderão vir desactivadas e teremos que pagar se as quisermos activas. E se chegar ao ponto delas só poderem ser activadas em hardware acreditado pela empresa, não vou ficar surpreendido.

Não tarda nada, não pagamos pelos processadores e outro hardware que adquirimos. Pagamos, sim, pelo direito de usar o hardware, como acontece com muitos dos conteúdos que vêm infectados com DRM. A noção de propriedade vai assim, como se diz por aqui, às couves... Deixamos de comprar coisas e começamos a adquirir direitos de utilização.

O que acontece com muito dos conteúdos multimédia com DRM é isto: compramos direito de utilização e não o conteúdo em si. Compramos o direito de ver o filme na sala, mas para o ver no quarto temos que comprar mais uma licença. É ridículo!

Isto é, sem dúvida, a pior coisa que pode acontecer ao consumidor. Não só deixamos de poder dizer «comprei isto, é meu», como é bem provável que os produtos acabem por ficar mais caros. Se pagamos um determinado preço pelo produto "base", que com certeza virá com o mínimo de funcionalidades possível, e temos que pagar um valor extra por cada uma que pretendemos alterar, não se admirem que o valor final do produto - base + funcionalidades que activaram - fique pelo menos no mesmo valor que o produto teria se fosse vendido com todas as funcionalidades disponíveis (como acontece agora).

Depois de tanta abertura para com o software livre, eis que a Intel dá um passo atrás...

via Boing Boing

A matemática pode ser divertida



Para gerarem este gráfico, coloquem "r=(sin(θ)+1)(9/10 cos(8 θ)+1)(1/10 cos(24 θ)+1)(1/10cos(200 θ)+9/10)" (sem as aspas) no wolframalpha.com ou cliquem nesta link.

via @faconti

O Público vai de mal a pior

Há já algum tempo que eu tinha deixado de prestar atenção à edição online do Público, salvo os artigos sobre ambiente. Fartei-me de ver press releases mascarados como notícias e da crescente degradação da qualidade do jornal.

A única informação nacional que agora vou lendo é um ou outro artigo deste jornal e da TSF online, ambos acompanhados por mim através do Friendfeed. De resto, vou seguindo as efemérides nacionais e internacionais através da blogosfera e das redes sociais. Este método serve perfeitamente para mim e tem a vantagem de já vir com muito do lixo filtrado.

Desta vez, o Público afundou-se um pouco mais no lodo que tem vindo a criar, ao fazer eco de um press release da Acapor, aquela associação que culpa a internet pelos problemas financeiros dos videoclubes e que se esquece que os seus associados têm um modelo de negócio que cada vez interessa menos aos clientes. O problema nem é tanto fazerem menção a isto, mas sim ser claro que não se deram ao trabalho de confirmar a informação avançada pela associação. Uma das gafes é referente ao alegado número de downloads «ilegais» feitos por cidadãos portugueses no site Pirate Bay que, dizem, está alojado na Alemanha: 15 milhões.

Primeiro, desde quando é que um simples ficheiro com extensão .torrent é ilegal? Aquilo é apenas dados e tem um tamanho bastante pequeno. E mais, o Pirate Bay não aloja nenhum dos conteúdos relacionados com cada um dos torrents.

Segundo, onde é que eles foram buscar os 15 milhões de downloads por ano? A não ser que o Pirate Bay seja deles ou eles andem a monitorizar as ligações à internet das pessoas, o que seria crime, este número é mais um estapafúrdio atirado para o ar.

Terceiro, os servidores do Pirate Bay está mesmo alojado na Alemanha? Se bem me lembro, muito pouca gente sabe por onde andam os servidores e duvido que os senhores da Acapor façam parte da lista.

Eu aposto que estes tipos são fãs de filmes de zombies. Só isso explica porque atribuem a outros a culpa da morte de um negócio que está há imenso tempo com os sinais vitais muito baixos e porque insistem em tentar mantê-lo mais ou menos vivo a qualquer custo.

via 31 da Sarrafada

O gang do anel



Criado pelo duo humorístico Pistol Shrimps, este vídeo é uma paródia à saga Lord of the Rings e aos sócios que fazem aquelas coisas que só eles sabem dizer.

via Neatorama

Informação (já não tão) scifi (quanto isso) do dia

O apocalipse zombie já está a acontecer


Depois dos vampiros, são os Zombies que voltam à ribalta. E enquanto andam todos a preparar-se para um eventual apocalipse de mortos-vivos, a verdade é que ele já está a acontecer há imenso tempo no mundo animal. Vejam esta lista do site toptenz.net sobre os top 10 dos parasitas que transformam os hospedeiros em autênticos zombies e tremam de medo, porque as próximas vítimas podem ser vocês ou alguém que vos é próximo...


Tractor beams já são uma realidade


Lembram-se do famoso "tractor beam" da USS Enterprise, do Star Trek? Bem, ele já é real; não a uma escala tão grande, para já, mas o conceito de um passo importante no seu caminho para uma eventual inclusão numa nave espacial. A invenção nasceu na Australian National University e, de acordo com os seus criadores, permite mover objectos até 100 vezes maiores que uma particula de pó, ao longo de mais de 1 metro de distância. Comparando com os dispositivos semelhantes já existentes e de certa forma comuns, que apenas conseguem mover particulas minísculas ao longo de distâncias de poucos milímetros, é um grande avanço.


Mapa interactivo da Middle Earth


E se têm um pequeno Frodo dentro de vocês (caras leitoras, se estiverem grávidas, isto é pura coincidência...), de certeza que vão gostar deste mapa interactivo da Middle Earth. Boa viagem até Mordor.

Talvez o pior anúncio de sempre


Link

A cidade de Toronto tem a decorrer um programa de reciclagem de produtos electrónicos, em colaboração com o Ontario Electronic Stewardship. Para o promover, a agência Spy Filmes gravou esta pérola.

Tenham uma botija de oxigénio à mão pois é bem provável que venham a precisar dela, por causa das gargalhadas que vão dar.

via