Teorema matemático criado e provado de propósito para episódio do Futurama

Acabo de saber pelo Neatorama.com que o produtor do Futurama, David X. Cohen, pediu a um membro do staff com doutoramento em matemática, de nome Ken Keeler, para criar e provar um teorema de propósito para o décimo episódio da próxima temporada da série...


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Jogos e a consciencialização das crianças para o software livre


O meu irmão inscreveu-se nas Novas Oportunidades e aproveitou para ir buscar um daqueles portáteis que são vendidos através do programa. Escolheu um Acer que vem com a Besta, conhecido por alguns como Windows 7. Já tentei convencê-lo a instalar um sistema operativo mas ele parece que quer continuar com o que veio.

Continuando...

Hoje, uns amigos dos meus pais vieram cá a casa e trouxeram os dois filhos com eles. O mais velho tem 9 ou 10 anos e o mais novo tem apenas 4.

Provavelmente, vocês estão a perguntar-se onde está relação entre dois temas distintos, mas ela existe. Continuem a ler.

Como é normal, não demorou muito até os miúdos começarem a ficar aborrecidos. Quando notámos isso, metemos as crianças a jogar no portátil do meu irmão porque o meu é um daqueles de secretária e não dava jeito nenhum levá-lo do primeiro andar para a sala do rés-do-chão. Um dos jogos foi o Tuxracer, que os cativou completamente. Eles ficaram mesmo vidrados com o pinguim a descer as montanhas e a mandar altos saltos e não queriam ir para casa por nada.

O mais velho tem um Magalhães. Quando eu lhe disse que o jogo dá para instalar na Caixa Mágica sem problemas, ele ficou logo com as antenas no ar. Antes de lhe dizer como se faz, perguntei-lhe se ele sabia a password do controlo parental. Como ele me disse que não, ficou sem saber como se instala. Mas vou falar com os pais dele para saber se lhe posso instalar o jogo e, claro, aproveito para começar a introduzir-lhes a filosofia também.

Aqui, o importante não é o jogo, é a forma como os vou tentar cativar para a ideologia do software livre. O Tuxracer - e o Super Tux, entretanto - vão ser portas de entrada para as crianças; a poupança e o controlo serão as dos pais. É bem provável que não resulte, já que o nosso sistema de ensino ensina a utilizar Microsoft Word e não um processador de texto, por exemplo, mas não custa nada tentar. O possível falhanço não me vai impedir de continuar a tentar consciencializar as pessoas para algo que acho correcto.


6 Responses to “Jogos e a consciencialização das crianças para o software livre”


  1. Também já andei numa de converter. Mas como não dava muito certo, desisti :P
    Eu próprio desisti xD Mas pode ser que algum dia volte


  2. Já pensaste ter umas lições de evangelização com pessoas mais experientes, tipo testemunhas de jeová? :|


  3. É preciso partir para a agressão, Sofia? :P


  4. Não é agressão, é conselho de amiga. Sabes o que acontece àqueles gajos chatos, chatos que não param de querer impingir um qualquer produto aos amigos e conhecidos? Pois...


  5. Mas eu não impinjo nada. Falo quando há oportunidade, o que raramente acontece. Normalmente, prefiro falar de outros temas.


  6. Outro dia uma amiga trouxe um notebook com XP para formatar, aproveitei a oportunidade para falar sobre software livre e seus benefícios, consegui instalar o Ubuntu e hoje ela faz propaganda do S.O, mas só deu certo porque eu fiz uma pequena introdução, tipo como acessar internet e instalar programas, se não for assim, não dá certo, pois quase todos aprendem no Windows, se você fizer assim, creio que será mais fácil.

    Abraços.

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