Teorema matemático criado e provado de propósito para episódio do Futurama

Acabo de saber pelo Neatorama.com que o produtor do Futurama, David X. Cohen, pediu a um membro do staff com doutoramento em matemática, de nome Ken Keeler, para criar e provar um teorema de propósito para o décimo episódio da próxima temporada da série...


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Outra vez no Facebook

Depois de alguma peer pressure e da insistência de uma amiga, lá criei novamente conta no Facebook. Ao contrário da anterior, que tinha alguma privacidade mas não o desejável, esta vai estar bastante fechada ao mundo (o possível neste serviço) e vou evitar aplicações, convites para coisas estúpidas e outras porcarias.

Não sei se se lembram, mas há um tempo atrás eu escrevi que não voltaria a criar conta no Facebook. Apesar de alguma relutância, voltei atrás no prometido e criei. Mas, antes de o fazer, li com alguma atenção os Termos de Serviço e a Política de Privacidade do site. Como não encontrei nada que me chamasse a atenção pela negativa...

Se, entretanto, o Facebook alterar os Termos de Serviço e a Política de Privacidade para algo nefasto e mantiverem as alterações, é quase certo que a minha conta actual segue o caminho da anterior.

Vida (versão simplificada)

Último modelo de negócio da Intel: processadores com DRM

No fantástico mundo das acrobacias de negócio, a Intel surpreendeu-me bastante pela negativa. Com um pino, seguido de um triplo mortal para trás e um quádruplo mortal para a frente, a empresa anunciou que vai comercializar processadores com algumas das funcionalidades desactivadas e vai cobrar 50 dólares americanos a quem as quiser activar.

A diferença entre isto que a Intel vai começar a fazer e o DRM (Digital Restrictions Managment) é... nenhuma. Sinceramente, não vejo qualquer diferença. Aquelas funcionalidades que tomamos como garantidas, como virtualização por hardware, poderão vir desactivadas e teremos que pagar se as quisermos activas. E se chegar ao ponto delas só poderem ser activadas em hardware acreditado pela empresa, não vou ficar surpreendido.

Não tarda nada, não pagamos pelos processadores e outro hardware que adquirimos. Pagamos, sim, pelo direito de usar o hardware, como acontece com muitos dos conteúdos que vêm infectados com DRM. A noção de propriedade vai assim, como se diz por aqui, às couves... Deixamos de comprar coisas e começamos a adquirir direitos de utilização.

O que acontece com muito dos conteúdos multimédia com DRM é isto: compramos direito de utilização e não o conteúdo em si. Compramos o direito de ver o filme na sala, mas para o ver no quarto temos que comprar mais uma licença. É ridículo!

Isto é, sem dúvida, a pior coisa que pode acontecer ao consumidor. Não só deixamos de poder dizer «comprei isto, é meu», como é bem provável que os produtos acabem por ficar mais caros. Se pagamos um determinado preço pelo produto "base", que com certeza virá com o mínimo de funcionalidades possível, e temos que pagar um valor extra por cada uma que pretendemos alterar, não se admirem que o valor final do produto - base + funcionalidades que activaram - fique pelo menos no mesmo valor que o produto teria se fosse vendido com todas as funcionalidades disponíveis (como acontece agora).

Depois de tanta abertura para com o software livre, eis que a Intel dá um passo atrás...

via Boing Boing

A matemática pode ser divertida



Para gerarem este gráfico, coloquem "r=(sin(θ)+1)(9/10 cos(8 θ)+1)(1/10 cos(24 θ)+1)(1/10cos(200 θ)+9/10)" (sem as aspas) no wolframalpha.com ou cliquem nesta link.

via @faconti

O Público vai de mal a pior

Há já algum tempo que eu tinha deixado de prestar atenção à edição online do Público, salvo os artigos sobre ambiente. Fartei-me de ver press releases mascarados como notícias e da crescente degradação da qualidade do jornal.

A única informação nacional que agora vou lendo é um ou outro artigo deste jornal e da TSF online, ambos acompanhados por mim através do Friendfeed. De resto, vou seguindo as efemérides nacionais e internacionais através da blogosfera e das redes sociais. Este método serve perfeitamente para mim e tem a vantagem de já vir com muito do lixo filtrado.

Desta vez, o Público afundou-se um pouco mais no lodo que tem vindo a criar, ao fazer eco de um press release da Acapor, aquela associação que culpa a internet pelos problemas financeiros dos videoclubes e que se esquece que os seus associados têm um modelo de negócio que cada vez interessa menos aos clientes. O problema nem é tanto fazerem menção a isto, mas sim ser claro que não se deram ao trabalho de confirmar a informação avançada pela associação. Uma das gafes é referente ao alegado número de downloads «ilegais» feitos por cidadãos portugueses no site Pirate Bay que, dizem, está alojado na Alemanha: 15 milhões.

Primeiro, desde quando é que um simples ficheiro com extensão .torrent é ilegal? Aquilo é apenas dados e tem um tamanho bastante pequeno. E mais, o Pirate Bay não aloja nenhum dos conteúdos relacionados com cada um dos torrents.

Segundo, onde é que eles foram buscar os 15 milhões de downloads por ano? A não ser que o Pirate Bay seja deles ou eles andem a monitorizar as ligações à internet das pessoas, o que seria crime, este número é mais um estapafúrdio atirado para o ar.

Terceiro, os servidores do Pirate Bay está mesmo alojado na Alemanha? Se bem me lembro, muito pouca gente sabe por onde andam os servidores e duvido que os senhores da Acapor façam parte da lista.

Eu aposto que estes tipos são fãs de filmes de zombies. Só isso explica porque atribuem a outros a culpa da morte de um negócio que está há imenso tempo com os sinais vitais muito baixos e porque insistem em tentar mantê-lo mais ou menos vivo a qualquer custo.

via 31 da Sarrafada

O gang do anel



Criado pelo duo humorístico Pistol Shrimps, este vídeo é uma paródia à saga Lord of the Rings e aos sócios que fazem aquelas coisas que só eles sabem dizer.

via Neatorama

Informação (já não tão) scifi (quanto isso) do dia

O apocalipse zombie já está a acontecer


Depois dos vampiros, são os Zombies que voltam à ribalta. E enquanto andam todos a preparar-se para um eventual apocalipse de mortos-vivos, a verdade é que ele já está a acontecer há imenso tempo no mundo animal. Vejam esta lista do site toptenz.net sobre os top 10 dos parasitas que transformam os hospedeiros em autênticos zombies e tremam de medo, porque as próximas vítimas podem ser vocês ou alguém que vos é próximo...


Tractor beams já são uma realidade


Lembram-se do famoso "tractor beam" da USS Enterprise, do Star Trek? Bem, ele já é real; não a uma escala tão grande, para já, mas o conceito de um passo importante no seu caminho para uma eventual inclusão numa nave espacial. A invenção nasceu na Australian National University e, de acordo com os seus criadores, permite mover objectos até 100 vezes maiores que uma particula de pó, ao longo de mais de 1 metro de distância. Comparando com os dispositivos semelhantes já existentes e de certa forma comuns, que apenas conseguem mover particulas minísculas ao longo de distâncias de poucos milímetros, é um grande avanço.


Mapa interactivo da Middle Earth


E se têm um pequeno Frodo dentro de vocês (caras leitoras, se estiverem grávidas, isto é pura coincidência...), de certeza que vão gostar deste mapa interactivo da Middle Earth. Boa viagem até Mordor.

Talvez o pior anúncio de sempre


Link

A cidade de Toronto tem a decorrer um programa de reciclagem de produtos electrónicos, em colaboração com o Ontario Electronic Stewardship. Para o promover, a agência Spy Filmes gravou esta pérola.

Tenham uma botija de oxigénio à mão pois é bem provável que venham a precisar dela, por causa das gargalhadas que vão dar.

via

Uma melhor aparência para o Google Reader

Há alguns anos, depois do Google Reader ver a luz do dia, aderi ao serviço e este foi o meu (único) leitor de feeds durante bastante tempo. As funcionalidades que procurava estavam lá e era bastante acessível.

Mais tarde, decidi mudar para um leitor de desktop e o Liferea acabou por ser a aplicação que me ajudou a fazer a gestão das subscrições durante bastante tempo, também. Infelizmente, à medida que novas versões foram saindo e novas feeds foram adicionadas, a lentidão da aplicação foi aumentando. A dada altura, obrigava o meu disco a trabalhar incessantemente só para marcar uma subscrição como lida.

Acabei por me fartar deste comportamento do Liferea, que não foi corrigido mesmo depois de alguns bug-reports, e mudei-me para o Akregator. No desktop, é sem qualquer sombra de dúvida o melhor leitor de feeds que já usei. Só que, com pena minha, acreditem, não é uma aplicação web e eu necessito disso para poder ler as feeds em casa, no trabalho, no telemóvel, etc.

Como devem imaginar, acabei por voltar ao Google Reader há uns meses e tenho-me mantido mais uma vez com ele. Mas sempre houve algo que eu achei que podia ser melhorado de forma substancial: o interface. Não é que o ache mau, mas prefiro ter uma largura fixa definida para a zona do texto dos posts, entre outras coisas. A solução mais simples era criar um estilo personalizado para o Stylish, mas já sei que depois de alterar isso, ia acabar a mexer noutras coisas e o tempo livre é pouco e a paciência ainda é menor.

A solução, já que tenho o Stylish instalado no browser, foi procurar um estilo já criado e esperar ter a sorte de encontrar um que gostasse. Primeiro tiro, primeiro melro. Quando visitei o site userstyles.org/ e fiz uma pesquisa por "Google Reader", o primeiro que encontrei foi, curiosamente, aquele de que gostei mais e é o que tenho neste preciso momento. As coisas estão mais arrumadas e, claro, a largura da zona onde é apresentada o texto dos posts é fixa, para além de ter um tamanho de letra bem mais amigo da legibilidade.

Este tema chama-se "Google Reader simple and clean" e, tal como o nome indica, é bastante simples e limpo. Para além do que já referi acerca dele, é dado um maior ênfase à mostragem dos conteúdos, as cores são bastante suaves e... é excelente.

Picuinhas como sou, claro que acho que há coisas que podem ser melhoradas. Mas nem sei se me vou dar a esse trabalho. O tema está tão bem conseguido que até tenho medo de lhe mexer.

Estudantes criam mural interactivo do Super Mário



Um grupo de 12 estudantes da Collumbus College of Art & Design, Ohio, criou um mural interactivo para o jogo do Super Mário. A obra tem aproximadamente 4,87 metros de altura e 11,58 metros de largura, demorou 8 dias a completar e foi criada para a inauguração de um edifício.

via Laughing Squid

Casamentos no shopping

Ah, os casamentos. Não gosto propriamente de ir a eles e muito menos me vejo a fazer algo do género. Claro que hoje não quero, mas amanhã posso querer. Já escreveu o Camões: «Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades».

Bem, isto não interessa muito. O que me leva a escrever é um casamento que é, no mínimo, tão original quanto saloio e, desculpem a franqueza, parvo.

Um casal norte-americano, provavelmente na tentativa de poupar uns trocos, decidiu festejar o seu casamento no Wal-Mart. Pensam vocês (e eu também) que isto é parvo, mas não. Não só poupam dinheiro com o casamento, como os convidados podem comprar presentes a preços mais baixos, o fotógrafo está à mão de semear e têm logo ali, a dois passos de distância, toda a zona de comida para o copo de água.

Já fui a muitos casamentos saloios, infelizmente. Agora, algo deste nível, nunca. Deve ser o exponente máximo do surrealismo dos casamentos. E romântico... Muito romântico... E original... Muito original; demasiado original, até!

via wedinator

O dia em que me cruzei com um esquilo e sobrevivi



Hoje, como faço sempre que tenho oportunidade, fui dar um passeio a pé pelos bosques que estão por detrás da minha casa. Mas, desta vez, vi algo que nunca tinha visto até então: um esquilo.



Como nunca tinha visto este animal aqui na zona, fui pesquisar mais acerca dele. De acordo com um site a que cheguei através da Wikipédia lusófona, é provável que me tenha cruzado com um Sciurus vulgaris (Esquilo Vermelho). A informação no site parece indicar isso mesmo.

O Esquilo é um pequeno mamífero roedor de corpo alongado com cerca de de 25 cm de comprimento. A cauda é comprida e com 22 cm de comprimento, levantada sobre a cabeça em forma de penacho e com pêlos abundantes, dispostos como a rama de uma pena. Os membros anteriores são mais curtos do que os posteriores e apresentam patas com 4 dedos, enquanto que os posteriores têm 5 dedos.Pesa cerca de 250 gr.
A cor é variável de animal para animal e muda com o clima e estações do ano. No Inverno o pêlo é acastanhado com reflexos ruivos, misturado de cinzento no dorso ou na cabeça. O ventre é branco.
Tem a visão, olfacto e audição muito apurados.

Habita nas florestas, seja qual for a altitude. É um animal muito vivo e ágil, correndo e saltando de ramo em ramo com muita facilidade. É também conhecido pela sua esperteza. Esta espécie é muito comum na Europa, embora também apareça noutros continentes.

Alimenta-se de frutos, sobretudo nozes e pinhões. É muito previdente, pois quando a comida abunda, guarda em buracos das árvores, sob a pedras ou em cavidades que ele próprio escava, alimentos que pode consumir em períodos de maior escassez, nomeadamente no Inverno.

Durante o tempo quente dorme durante o dia e só sai da toca de madrugada e ao crepúsculo. Pressente as mudanças de tempo , nomeadamente , ficando muito inquieto e emitindo um assobio característico, que só emite quando está agitado. Consegue prever as tempestades com 12 horas de antecedência. Assim que o mau tempo começa, recolhe-se à toca.

Reproduz-se duas vezes por ano, a primeira em Março e a segunda em Junho, tendo, da primeira ninhada 2-7 crias e na segunda um número inferior. As crias nascem cegas e assim permanecem nos 9 dias seguintes. A fêmea cuida das crias com o maior cuidado.
Para construírem os seus ninhos usam os mesmos materiais do que as aves, sendo o seu interior atapetado por musgo.

Os seus principais predadores são as raposas, as aves de rapina e as martas. Às duas primeiras escapa com facilidade, escondendo-se em buracos onde aqueles não podem penetrar. Mas às martas é mais difícil de escapar, pois são igualmente muito ágeis e velozes, trepando com igual facilidade às árvores.
Ele tinha, de facto, o pelo acastanhado, saltava bastante, era rápido nos movimentos e emitiu o tal assobio quando eu me aproximei.



Foi curioso e bastante engraçado ter dado de caras com um esquilo. Não faço ideia se é uma espécie endémica ou não. Vou ter que pesquisar e depois, se não me esquecer, coloco aqui o que descobrir. Mas claro que, se souberem, podem partilhar a informação nos comentários.

Actualização: De acordo com a Carla Graça, o Esquilo vermelho não é uma espécie endémica.

Compositor cria música e reprodutor de 1bit



Fazer música não requer muita complexidade, nem a música tem que ser obrigatoriamente complexa. Por vezes, a virtude está na simplicidade, não é?

Tristan Perich, um compositor de Manhattan, levou a ideia da simplicidade musical a um novo nível. Munido de uma grande dose de curiosidade, fios, um microchip e uns chips, uma bateria de lítium e uma caixa de CD, criou um dispositivo com uma composição musical de 1bit.

Para ouvir a música, basta colocar uns phones na saída de som. Não esperem é ouvir muitos sons; este dispositivo funciona apenas a 1bit.

Se pretenderem adquirir o dispositivo, ele está à venda no site bangonacan.org.